
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Então é Natal

Natal de Jesus

Encerramento da novena de natal do setor 4
Uma Novena de natal diferente
Encerramento das atividades escolares e social do Centro da Imaculada
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Solenidade de Cristo Rei do Universo

domingo, 7 de novembro de 2010
Mês das missões de Maria
Outubro é o mês das missões e desta forma celebramos Maria com seus vários nomes e títulos. Deus escolheu Maria para ser mãe do Salvador.
No dia 12 de outubro, os paroquianos homenagearam N. S. Aparecida, á padroeira do nosso Brasil pedindo graças e benções sobre todos.
domingo, 10 de outubro de 2010
Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Macapá
SOPÃO ANUAL DE SANTA FAUSTINA
Parabéns á coordenação e orientadores
PRIMAVERA - ESTAÇÃO FLORES
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Mês da Biblia - 2010
Nela encontramos a Santa Palavra de DEUS , Todas as respostas que precisamos para as nossas vidas encontramos na Palavra de Deus, nas nossas duvidas ,nas aflições nas alegrias , a Bíblia é nossa companheira fiel, pesquisar ou estudar, á PALAVRA de Deus é Sinal de Sabedoria . JESUS nos diz; * SEM MIM NADA PODEIS FAZER*
Devemos nos alimentar da EUCARISTIA e da PALAVRA DE DEUS , para termo força e coragem de seguir em frente sem vacilar, que MARIA nos ajude á não esquecer
JESUS ORA
MT 11,25-27 EU TE LOUVO Ó PAI Senhor do céu e da terra por que ocultastes estas coisas aos sábios e doutores e as revelastes aos pequeninos .Sim ,Pai por que assim foi do teu agrado. Tudo Me foi entregue por Meu Pai e ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele á quem Filho quiser revelar.
Palavra da salvação
Devotos da Misericórdia
INSTRUÇÕES AOS DEVOTOS DA DÍVINA MISERICÓRDIA ( padres Marianos Curitiba)
1) Venerar em sua casa a Imagem de Jesus Misericordioso e em tempo de aflição ou dificuldade pedir auxilio á Jesus Rei da Misericórdia com inteira confiança.
2)Viver no esplendor da Misericórdia de Jesus, isto é tratar de viver com a consciência pura e esforçar-se por atingir a perfeição cristã.
3) Não descuidar dos Sacramentos da confissão e Eucaristia , para melhor participar do Amor Misericordioso de Deus
4) Imitar á Misericórdia de Deus praticando as obras de Misericórdia espirituais e corporais, particularmente pedir pela conversão dos pecadores , pedir auxilio , apoio e consolação á todos os pobres, infelizes , doentes e moribundos, sufragar as almas do purgatório .
5) Quando for possível recitar diariamente o terço da Misericórdia ás três horas da tarde e fazer uma pequena meditação da paixão de Jesus em Honra da Misericórdia de Deus e pelas necessidades do mundo
6) Na medida do possível tornar-se apostolo da Misericórdia de Deus dando exemplo por uma profunda fé e confiança , despertando nos outros,uma confiança sem limite conforme nos pede o salvador. Que nos diz, quanto mais você confiar mais receberá.
Não esqueça que Jesus diz A HUMANIDADE NÃO ENCONTRARA A PAZ ENQUANTO NÃO SE VOLTAR COM CONFIANÇA PARA Á MINHA MISERICÓRDIA. Fale sem medo á todas pessoas e em todo lugar da DIVINA MISERICÓRDIA DE JESUS, ensine a rezar os trecos ; da Misericórdia e o terço de N. Senhora lembre que três da tarde é a hora da Misericórdia de DEUS PAI FILHO e ESPIRÍTO SANTO. As seis horas da tarde reze o terço mariano ou o ANGELOS . N. SENHORA,. nos ajuda a rezar melhor por isso antes de qualquer oração devemos pedir que Ela venha nos acompanhar sempre JESUS EU CONFIO EM VÓS.,JESUS EU CONFIO EM VÓS
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Artigo Dom Pedro José Conti
Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá
Um homem pediu hospitalidade ao Profeta. Este, porém, não tinha algum alimento para lhe oferecer.
– Quem quer partilhar o seu jantar com este homem? – Gritou o Profeta. – Quem quer dar-lhe hospitalidade?
- Eu – respondeu um homem da tribo de Ansâr. Levou o homem para casa e disse à mulher:
- Trata com generosidade o hospede do Profeta.
- Mas não temos outra comida senão a sopa dos nossos filhos – respondeu ela.
– Então, prepara a sopa. Depois acende a lanterna e bota as crianças para dormir quando elas quiserem comer. A mulher assim o fez. Preparou a comida, acendeu a lanterna e colocou os filhos para dormir. Depois levantou e mexendo como se estivesse regulando a lâmpada, apagou-a.
– Não temos mais óleo – desculpou-se com o hospede – teremos que jantar na escuridão.
Enquanto o hospede jantava, o Ansâr e a mulher fingiram que também estavam comendo. Na manhã seguinte, quando o Ansâr foi visitar o Profeta, ele lhe disse: “Esta noite Deus sorriu”.
Esta é uma simples história da tradição islâmica. Acolher à mesa e tratar bem o hospede fazia parte dos costumes daquela região, como de tantas outras partes pelo mundo afora. Praticar bem a hospitalidade era considerado uma verdadeira virtude. Há casos na Bíblia em que o peregrino foi o próprio Deus, disfarçado, visitando os seus amigos. O hóspede, portanto, tinha algo de misterioso e podia trazer notícias, ou mesmo anúncios inesperados. Sempre devia ser acolhido, mesmo se desse algum prejuízo, ou algum trabalho dobrado. Podemos entender que, além da motivação de fé, havia também uma razão prática para que os viajantes fossem bem acolhidos. Devido à precariedade da vida, das estradas e dos transportes, o peregrino, em geral pobre, que nã o carregava dinheiro e nem mercadorias e não tinha como se defender dos assaltantes, dependia totalmente da hospitalidade dos outros. Na maioria das vezes, dependia mesmo da partilha do quase nada que as pessoas tinham como o punhado de farinha e as gotas de azeite da viúva, que acolheu o profeta Elias. Na tradição bíblica quem acolhia bem o hospede sempre recebia alguma recompensa ou uma boa notícia. Um encontro feito na paz e na partilha sempre trazia reconciliação, esperança, alegria e, às vezes, o nascimento de uma criança. Uma nova vida.
Lembrei tudo isso para entender melhor, acredito, o evangelho deste domingo: a contradição sobre a qual Jesus chama a nossa atenção. De um lado, a exortação a convidar os pobres para um almoço ou um jantar, justamente para nos ensinar a generosidade e a partilha, sem pretender recompensa. Do outro, a crítica aos convidados a uma festa de casamento, porque escolhiam os primeiros lugares. De fato, o questionamento de Jesus diz a respeito as nossas amizades, ou às pessoas que costumamos freqüentar, como também às motivações que nos levam a escolher essas amizades e não outras.
Simples. Em geral gostamos de ser amigos de gente influente. Ter acesso aos poderosos, poder tratá-los com certa familiaridade, faz-nos sentir grandes também. Sem contar os favores que podemos receber, ou oferecer, sabendo que nada ficará perdido. Cada favor oferecido é um débito pago, ou um crédito contabilizado para nós. Um dia pediremos a devolução do favor emprestado. Talvez esse seja o ambiente onde, ainda, a moeda que circula é a troca, não de mercadorias, mas evidentemente de favores e privilégios. Daí vem também o orgulho, ou a ilusão, de sermos importantes, porque somos amigos dos grandes, com direito a sentarmos nos primeiros lugares, perto deles, como merecem os íntimos dos poderosos. É perigoso, ensina Jesus. Pode acontecer de sermos colocados para escanteio, quando aparecer alguém maior do que nós. Teria sido melhor sermos mais humildes e ficarmos no fundo da sala. Se merecermos, seremos chamados mais à frente, e isso se tornará uma honra para nós. Em todo caso, se formos humildes e não buscarmos as honrarias humanas temos sempre a certeza que receberemos, um dia, aquela recompensa que somente a generosidade do Pai pode nos proporcionar. Porque, afinal, foi a Jesus que abrimos a nossa casa e lhe demos comida, água e roupa. Foi a ele que visitamos e consolamos, nos pobres e nos sofredores.
É difícil nos convencermos disso. Em geral, pensamos que não compense sermos amigos dos pobres. Pare estes, os favores têm apenas uma direção; só aparecem para pedir, nunca para dar. Finalmente quem quer sempre ter alguma vantagem dificilmente escolherá ter amigos pobres. No entanto, sermos humildes e amigos dos pequenos é o jeito certo para entender a bondade de Deus e fazê-lo sorrir. Sempre que isso nos interesse.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
IX Congresso Camiliano da Pastoral da Saúde

O evento foi muito bem organizado e o teatro ficou totalmente lotado. Depois da acolhida,, deu – se inicio a primeira palestra do dia com o tema: Qualidade seus benefícios e resultados.
No encontro foi mostrado que o hospital São Camilo é uma referência de segurança , organização e qualidade. Será?
Foi destacado as superações, soluções e o diferente. Um dos palestrantes durante o congresso foi o providencial camiliano Padre LÉO PESSINI. Ele falou sobre a bioética e arte de cuidar e humanização e espiritualidade na perspectiva camiliana.
Durante sua palestra Padre Léo mostrou o valor do sorriso , fez a pergunta: Onde esta o sorriso? E repetiu, Onde esta o sorriso?
Bem isso é muito difícil lá pelas bandas do hospital!
E completou: MAIS CORAÇÃO NAS MÃOS. No coração esta a ternura e nas Mãos esta á competência. Deve haver um capricho em tudo aquilo que se faz. Gentileza é prestar atenção na pessoa e passar segurança. Eficiência e Qualidade: saber trabalhar, em equipe , estimular, apoiar, orientar e ajudar . Falou-se também sobre , o setor de Qualidade. É preciso ter um conjunto de valores e de eficiência em todos os campos que digam respeito á Qualidade de um hospital.
Continuar melhorando cada vez mais, para buscar á perfeição!
Foi muito bom a ter a presença do padre Léo neste congresso. Ele mostrou-nos que é uma Sumidade em saúde. Padre Léo , venha outras vezes dividir seus conhecimentos com todos nós.
JESUS EU CONFIO EM VÓS
MÊS VOCACIONAL 2010
No primeiro domingo aconteceu a vocação Sacerdotal , no segundo domingo á Família berço das vocações, no terceiro domingo as Religiosas que são sementes do amanhã , no quarto domingo Os Leigos que são como poeira s no caminho de Deus que avançam de comum acordo com as demais vocações para servir AQUELE que é Eterno Vocacionado do Pai.
JESUS EU CONFIO EM VÓS
terça-feira, 17 de agosto de 2010
As promessas do Terço da Misericórdia
a Jesus Cristo a Santa Faustina Kowalska Minha filha, exorta as almas a rezarem esse Terço que te dei. Pela recitação deste Terço agrada-Me dar tudo o que Me peçam. Quando os pecadores empedernidos o recitarem, encherei de paz as suas almas, e a hora da morte deles será feliz.
Quando a alma vir e reconhecer a gravidade dos seus pecados, quando se abrir diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas antes se lance com confiança nos braços da Minha misericórdia, como uma criança no abraço da sua querida mãe.
Essas almas têm prioridade no Meu Coração compassivo, elas têm primazia à Minha misericórdia. Diz que nenhuma alma que tenha invocado a Minha misericórdia se decepcionou ou experimentou vexame. Tenho predileção especial pela alma que confiou na Minha bondade.
Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso ( Diário de Santa Faustina, n° 1541).
TERÇO DA DÍVINA MISERICÓRDIA
Inicio : Pai-Nosso, Ave-Maria e o Credo
Nas três primeiras contas – Oh! Sangue e água que brotastes do coração de Jesus, como, fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós.
Nas contas grandes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro.
Nas contas pequenas:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. (10 vezes)
Ao final do terço, reza-se:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.
Oração final :
Oh! Deus Eterno, em quem a misericórdia é insondável e o tesouro da compaixão é, inesgotável, olhai propicio para nós e multiplicai em vós a Vossa misericórdia, para que não nos desesperemos nos momentos difíceis e nem esmoreçamos, mas nos submetemos com grande confiança à Vossa Santa Vontade que é amor e a própria misericórdia
Terço meditado da Misericórdia
1° Mistério – Oração e Agonia de Nosso Senhor Jesus no Horto
Fazei de mim, Jesus, um sacrifício agradável e puro ao olhar do Vosso Pai. Jesus, transformai- me a mim, miserável, pecadora em vós, porque vós tudo podeis, e entregai-me ao Vosso Pai Eterno. Desejo tornar-me uma hóstia de expiação diante de vós.
2° Mistério – Flagelação de Nosso Senhor Jesus Cristo
O meu coração desmaiava quando eu olhava para essas dores, então disse-me o Senhor estas palavras! – Sofro uma dor ainda maior do que a que estas vendo, - E Jesus deu-me a conhecer por quais pecados submeteu-se à flagelação, e são os pecados impuros.
3° Mistério – A coroação de espinhos
Quando me concentro na Paixão do Senhor, freqüentemente vejo, Nosso Senhor na adoração da seguinte maneira: após a flagelação, os carrascos levaram o Senhor e tiraram d’ele suas vestes, que já se tinham colado às chagas; aos tirarem suas vestes renovaram suas chagas; e em seguida cobriram o Senhor com um manto vermelho, sujo e rasgado, jogando-o sobre chagas renovadas
4° Mistério - Jesus carrega a cruz para o Calvário
Cisto sofredor , saio ao Vosso encontro como esposa Vossa, tenho que ser semelhante a Vós. O Vosso manto de ultraje deve cobrir também a mim. Cristo, Vós sabeis como desejo ardentemente assemelhar-me a vós. Fazei com que toda Vossa Paixão, que toda a Vossa dor se entorne em meu coração. Confio que completareis isso em mim da maneira que Julgardes apropriada.
5° Mistério – Jesus morre na cruz
Durante a Santa Missa vi Nosso Senhor Jesus pregado à cruz em grandes tormentos. Um silencioso gemido saia do seu coração a seguir disse: desejo, desejo a salvação das almas, une teus sofrimentos à minha Paixão e oferece- as ao Pai Celestial pelos pecadores.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
08 de agosto - Dia dedicado aos pais
Parabéns a todos os pais, principalmente aqueles enfermos, desempregados,
marginalizados, cansados, encarcerados ....... do estado do Amapá.
Artigo Dom Pedro José Conti
Muitos tinham visto a criança despencar da ponte e cair nas águas impetuosas do rio. Porém somente um homem se jogou atrás dela, todo vestido. O homem, além de não saber nadar, não era tão jovem e tinha uma perna mecânica. Pulou da ponte num impulso de raiva, tamanha era a indiferença das pessoas. O rio estava cheio. A roupa vermelha da criança aparecia e desaparecia no meio das ondas. O homem começava a engolir água e lhe faltava o ar. De repente, porém, a perna mecânica ficou presa num banco de areia no fundo do rio e a correnteza lhe trouxe a criança entre os braços. Milagrosamente estavam salvos. Naquela noite seus filhos achegaram-se a ele e começaram a vê-lo grande, muito grande, como verdadeiramente ele era. Tantos outros homens voltaram para casa e contaram o que havia acontecido. Os filhos deles não disseram nada, mas em seus corações nascia uma pergunta: “Por que não foi você, pai?”
No dia dos pais um relato de coragem e heroísmo. Precisamos de homens e pais heróis, capazes de desafiar as desavenças. Capazes não somente de gerar vidas, mas também de salvar as vidas das crianças e dos jovens. Uma singela homenagem a todos os pais que cumprem, da melhor maneira possível, a sua missão de educadores. Um convite à reflexão a todos os que se esqueceram das suas famílias.
No evangelho deste domingo, Jesus nos fala de administradores que devem ficar acordados para acolher o senhor da casa quando ele chegar. Administradores fiéis e prudentes, capazes de merecer a confiança do patrão.
Os pais não são donos dos seus filhos, são simples administradores de vidas que a própria vida lhes entregou. Eles terão que devolver à sociedade os filhos crescidos e responsáveis, capazes de melhorar a convivência social, forças novas e renovadoras. Quando os jovens desistem dos sonhos e entram nos caminhos da violência, das drogas, da desonestidade e da mentira, nos perguntamos: onde estavam os pais deles? Muitas vezes temos a impressão de que, nos dias de hoje, os pais entregam a educação dos seus filhos à televisão, aos colegas da rua, à escola ou à igreja, que sozinhas não pode recuperar o mal semeado, o amor negado, o carinho deixado para a próxima vez que nunca chega.
Talvez seja mais fácil preencher o vazio de um pai que morreu, ou que de fato nunca existiu, do que substituir um pai ausente, omisso, indiferente ou desagregador. Penso que um mau exemplo estrague mais a vida de um jovem do que a falta de exemplo. A criança guardará para sempre, nas suas lembranças, os medos, os gritos, as ameaças, os castigos. Não poderá guardar as palavras não ditas, os conselhos não dados, o perdão e os abraços negados.
Precisamos de pais heróis, capazes de não desanimar na luta contra o conformismo, a indiferença e as injustiças. Capazes de propor, com o próprio exemplo de vida, valores, sentimentos e compromissos cumpridos e a cumprir. Um coração bondoso e uma alma nobre não são heranças genéticas, são os frutos maduros de uma educação à fraternidade, ao respeito à vida, à humildade e à colaboração. O mundo não precisa de mais egoístas, autossuficientes, arrogantes e orgulhosos. Precisa de pessoas ricas de humanidade, bondade e sensibilidade.
Cada criança é uma pérola preciosa única e irrepetível. Uma riqueza, porém, ainda escondida. Caberá aos educadores e, em primeiro lugar, aos pais fazer aparecer essa riqueza de talentos e capacidades. Por sua vez, o jovem poderá usar para o bem, para a indiferença, ou para o mal os dons recebidos e cultivados. Muito dependerá do que ele ouviu dizer e viu os pais fazerem. Precisamos de pais heróis, semeadores de bem, agricultores pacientes, administradores de tesouros. Pais que respeitem e valorizem os seus filhos, que não lhes roubem a inocência e a simplicidade. Cada pai é, no bem ou no mal, modelo para os seus filhos; modelo- exemplo, não molde, violentando assim a originalidade de cada um.
“Onde está o vosso tesouro, aí também estará o vosso coração”, são as palavras de Jesus neste domingo. Palavras de elogio aos pais que consideram as suas famílias o melhor e mais valioso bem que encontraram na vida. Precisamos de pais heróis assim, sempre desafiando as ondas destruidoras das famílias. Pais capazes de nadar contra a correnteza do mundo, para desmascarar as mentiras dos falsos ídolos.
Para quem tem coragem e confia em Deus, milagres acontecem todos os dias. Mais vidas de crianças e de jovem serão salvas. Um dia eles saberão agradecer.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Comentários
Em primeiro peço sua benção D Pedro Conti.
Registro minha satisfação ao ler todas as respostas da entrevista, pois, somente um homem iluminado como o senhor é capaz de encontrar respostas que transmitam PAZ diante de temas perturbadores.
A violência moral, social e econômica, transformam homens de bens em verdadeiras parasitas que corroí o verdadeiro valor da PAZ.
Eu, digo que esse modelo de fazer política, onde tudo vale, menos perder. Estar ERRADO.
Essa mentalidade vem destruindo relações familiares, criando verdadeiras inimizades egoísticas entre pai, mãe, filhos, avós, tios, primos e etc...
Lembro, quando criança freqüentava o Jardim de Infância, e minha professora mandava desenhar qualquer coisa. Desenhava uma casa, um carro, depois, minha professora mandava que eu desse vida aquele desenho, para isso espalhava na mesa lápis de cor, VERMELHO, AZUL, AMARELO, VERDE, e outras.
Eu pintava todo colorido meu desenho, misturava todas as cores, e hoje, o que fizeram das cores, os partidos políticos emprestaram as cores VERMELHA, que não se uni ao AMARELO, o AZUL que não gosta do VERDE, o AMARELO que não suporta o AZUL, e por ai vai.
É isso que estamos fazendo de nossa sociedade familiar, e precisamos urgentemente mudar esse modelo de vida.
Irmãos precisamos acreditar mais em Deus.
16 de junho de 2010 19:03
Nildo Leite disse...
Estava orando, dentro de minha intimidade com Deus, apenas meu coração falava, pedia, adorava, o meu criador.
Sentia que as mãos do Senhor Misericordioso tocava minha cabeça, sena igual quando meu pai fazia comigo.
Meu coração ardeu de alegria, de paz, de amor.
Procurei na palavra sagrada o sentido dessa alegria.
Jesus falou em Mc 10,16 “Abraçava as crianças e, impondo as mãos sobre elas, as abençoava”.
Irmãos, como é bom ser criança para Deus, Ele não abandona seus pequeninos. Confesso que estou maravilhado com essa experiência.
Portanto peço sempre ao meu Deus que guie minha vida, me leve sempre ao seu jardim de sabedoria e amor.
Deus abençoe a todos.
9 de julho de 2010 05:28
Nildo Leite disse...
Irmãos, muito cuidado com a política, que não valoriza a família, que não guarda os valores éticos e morais, que não preserva vida cristã.
Do contrario o que estamos construindo para nossos filhos, quando o importante é TER e não o SER?
Que exemplo vida é esse – “onde o certo é, Eu ser o primeiro, o resto não interessa”.
Como fica difícil avançar com esses valores invertidos, a conta final desse fracasso sempre cai no colo de Deus, é o que se houve no dia a dia, “se Deus quiser Ele resolve”.
Um coração gélido é como uma porta sem fechadura, não cabe ninguém, já esta preenchido Eu, Eu,Eu,somente EU!
Deus não tem culpa de nossa vida ser desastrosa, gananciosa, interesseira, mesquinha, ...!
O que me conforta, meus irmãos é saber que Jesus nos ama mesmo assim. Deus nos ama independente de nosso amor por Ele.
Nessa campanha política, que pedir ao PAI que nos mostre candidato que sejam homens cristãos, comprometido com o projeto de Deus.
Jesus fala através da palavra, “Porque eu sou o Senhor, o teu Deus, eu te pego pela mão e digo: Não temas, que te ajudarei”. (Is 41,13)
Acredite meus irmãos, Deus lhe ama.
sábado, 10 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Atenção! leia esse artigo até o fim
Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá
Aproveito a festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo para explicar e partilhar um pouco do que acontece durante a visita “Ad Limina Apostolorum” que os bispos devem fazer ao Papa, aproximadamente a cada cinco anos. Ao saber que o bispo viajou para Roma, muitos pensam ser um passeio turístico, porque, sem dúvida, a chamada “cidade eterna” é sempre surpreendente e encantadora. Outros desconfiam ser a visita uma questão de controle por parte da autoridade central. A visita “ad limina” é muito mais do que um simples passeio, uma visita de cortesia, ou uma sumária fiscalização. As f inalidades da visita explicam e motivam o seu nome e o seu sentido.
Os momentos fundamentais da visita “ad limina” são três: a peregrinação em homenagem ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo; o encontro com o Santo Padre; e os contatos com os Dicastérios da Cúria Romana. A primeira motivação dá origem ao nome da visita. “Limina” vem do latim e é o plural de limen,liminis. O limen é o “limiar”, o limite; e referido-se a uma casa, ou a um lugar, indica a porta de entrada. Falando de visita ad limina, a Igreja se refere aos sepulcros dos apóstolos Pedro e Paulo, conservados, segundo a tradição, em Roma. Para simplificar, podemos entender que essa visita é uma per egrinação aos túmulos dos Apóstolos e também à casa de quem continua a missão deles: o Papa. O sentido, portanto, é o da continuidade e da comunhão. Os bispos, também continuadores da missão dos apóstolos, visitam o lugar onde São Pedro e São Paulo derramaram o seu sangue e se encontram com aquele que “preside a Igreja na caridade”. Nesse sentido, não podem faltar, durante a visita, as celebrações eucarísticas nas basílicas romanas de São Pedro e São Paulo “fora dos muros”; o encontro pessoal - e em grupo - com o Santo Padre; e a visita a alguns organismos que auxiliam o Papa no governo da Igreja católica.
Os bispos do Brasil, por serem numerosos, cerca de trezentos, são recebidos por grupos, e em tempos diferentes, de acordo com os outros compromissos do Santo Padre. A data marcada para o Regional Norte 2 (Pará e Amapá) foi de 12 a 16 de abril passado. Ao longo da semana, fomos recebidos em grupos menores pelo Santo Padre Bento XVI e, na quinta-feira, todos juntos. Estes momentos, sem dúvida, são os mais emocionantes da visita, quando é possível conversar diretamente com o Papa. Quero lembrar que, naqueles dias, estava viva a polêmica sobre a pedofilia na Igreja, e as tentativas de envolver o próprio Papa nos escândalos. Como mu itos outros, manifestamos a nossa solidariedade e apoio ao Santo Padre que, em resposta, agradeceu e sempre se mostrou sereno, atento e muito afável. Além de entender o português e falar a todos em italiano, o Papa conversou em alemão com dois bispos do nosso regional, oriundos da Alemanha e da Áustria. Foi um encontro enriquecedor, durante o qual pudemos expor ao Santo Padre um pouco dos nossos trabalhos, dos nossos desafios e, também, as preocupações com o futuro da Amazônia e dos povos que aqui moram.
Os encontros nos vários Dicastérios e Conselhos da Cúria Romana nos ocuparam manhãs e tardes. Foi uma semana intensa. Expusemos as nossas observações, angústias, mas também ouvimos outras experiências, orientações e explicações. A conclusão é sempre a sensação forte de sermos uma Igreja que caminha buscando acompanhar os tempos, atualizando meios e linguagens, sem trair a fidelidade ao patrimônio da fé que lhe foi confiado pelo próprio Senhor Jesus Cristo.
A missão de Pedro e dos seus sucessores sempre será a de confirmar os irmãos na fé, e ser sinal e fermento de unidade e de comunhão. Ao apóstolo Paulo devemos o exemplo de anseio missionário e de diálogo com as diversas realidades, que aparecem ao longo da história humana. A visita ad limina serve, portanto, para expressar visivelmente a unidade dos bispos, pastores das Igrejas locais, espalhadas pelo mundo inteiro, com o Santo Padre, assim como renovar a coragem do testemunho e da missão. O Colégio dos Apóstolos continua.
A última celebração eucarística do nosso grupo foi na Basílica de Santa Maria Maior. À Maria pedimos que continue sendo “mãe da Igreja” e nos acompanhe no caminho da evangelização.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Depósito das cruzes
Bispo de Macapá
Depósito das cruzes
Conta uma velha história: um belo dia, São Pedro reclamou com o Senhor que a cruz que ele estava carregando era pesada demais. Eram muitas as responsabilidades, as cobranças, as críticas para aguentar. Todos lhe davam conselhos e lhe diziam como agir, mas, no final, não era muito fácil tomar as decisões certas. Assim São Pedro pediu a Jesus licença para trocar de cruz. – Se você quer assim – respondeu-lhe Jesus – venha comigo.
Então o Senhor o levou a um depósito cheio de cruzes de todas as medidas, vários tamanhos e materiais. São Pedro ficou feliz. Largou a sua cruz num canto, e começou a experimentar outras cruzes. De imediato viu uma bem pequena, quis colocá-la no ombro, mas nem conseguiu levantá-la. Começou logo a duvidar do tamanho e do peso daquela cruz. Encontrou uma que parecia bem leve, mas era muito cumprida. Não conseguia andar; a cruz batia em todo canto e machucava o seu ombro. Continuou experimentando várias cruzes. Todas tinham algum defeito: uma era pior do que a outra. Por fim, quando achava que tudo aquilo não ia dar em nada, viu uma cruz abandonada num canto. Coloco-a no ombro e... Nossa! Exclamou, era bastante pesada, mas dava para andar, e também cabia bem n o seu ombro. Enfim era do tamanho certo, mesmo sendo difícil carregá-la.
Voltou com Jesus e disse: - Mestre, esta é a cruz que escolhi.
Jesus olhou para a cruz e deu um sorriso. Com o dedo mostrou-lhe o que lá estava esculpido: “Cruz de Pedro, filho de João, o pescador da Galiléia”. Era a cruz dele mesmo, não tinha como trocar.
Lembramos as palavras de Jesus no trecho do evangelho deste domingo: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me.” (Lc 9,23). O que nós pensamos, quando escutamos falar na cruz de cada um? Talvez no destino, na sina ou em algo semelhante, que é imutável, como se tudo já estivesse decidido e nós não tivéssemos nenhuma possibilidade de redirecionar os eventos. Os antigos chamavam isso de “fato”, de onde vem a palavra “fatalidade”, isto é: algo que deve acontecer e que é impossível mudar. Refletindo sobre essas considerações podemos chegar a diferentes conclusões. Apesar de muitas coisas, realmente, não dependerem de nós, existem muitas outras que nós podemos construir e moldar, organizando-as e orientando-as conforme as nossas sucessivas escolhas. Q uem acredita que tudo já esteja escrito em algum lugar torna-se “fatalista”. Deixa as coisas acontecer, vai atrás dos outros, sempre reclama da sua situação, mas pouco ou nada faz para mudá-la. Acaba sendo vítima de sua própria inércia. Outros assumem atitudes de eternos insatisfeitos. Reclamam de tudo. A vida deles é um verdadeiro inferno, nada presta. Se escapam da depressão, pouco fazem para mudar a própria situação. Digo isso porque assim como temos exemplos maravilhosos, temos exemplos tristes. Os bons exemplos vêm daquelas pessoas que, apesar de possuírem alguma deficiência, lutam para superá-la, ou para contribuir de alguma maneira com a sociedade. No entanto outras, com perfeita saúde, acabam jogando fora as suas vidas, percorrendo os caminhos do alcoolismo, das drogas, ou da violência. Quantas pessoas vivem muito bem, superando obstáculos e dificuldades, revertendo situações adversas; e quantas outras, infelizmente, estão perdidas como s e não valessem nada e pudessem ser descartadas.
Carregar a nossa cruz talvez signifique simplesmente aceitar, em primeiro lugar, a nossa condição humana. Não podemos fazer tudo, nem ganhar tudo. O que podemos fazer é usar bem os dons que recebemos; usá-los para fazer o bem. Isso é querer seguir Jesus. Estou convencido de que a cruz mais pesada não sejam tanto as dificuldades, ou as limitações físicas, ou intelectuais de uma pessoa, mas a incapacidade de amar e servir com generosidade aos nossos irmãos. É o mal que carregamos dentro de nós, o qual chamamos de pecado, que nos impede de sermos felizes e de fazer felizes os outros. Quanto mais insistirmos no mal, mais a vida se complica; fica mais difícil amar e sermos amados. Se fizermos sempre o bem e ajudarmos alguém a carregar a cruz de seu sofrimento, a nossa cruz também ficará mais leve. Unid os carregaremos muito mais e venceremos o peso do mal, das injustiças e das exclusões. Unidos aguentaremos as nossas cruzes no caminho da vida, abraçados a elas, sem querer trocá-las. Como Jesus, até o fim, por amor.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Artigo : Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá
Na sala de cirurgia da clínica universitária os assistentes estavam introduzindo uma maca. Nela estava deitado um paciente que devia ser operado, e o cirurgião lhe explicava a complexidade da cirurgia e as suas conseqüências.
– O senhor – dizia o médico – tem um câncer na garganta. Nós temos a certeza de conseguir extirpá-lo completamente. Assim salvaremos a sua vida, mas o senhor, infelizmente, não poderá mais falar. O cirurgião parou um instante e depois continuou: - Se o senhor quiser dizer agora as últimas palavras da sua vida, pode fazê-lo. O paciente demorou alguns momentos em silêncio, depois, com voz clara e firme, exclamou:- Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
Assim é a história. As últimas palavras do paciente foram de louvor ao Senhor e, indiretamente, de agradecimento pela vida e por tudo o que estava acontecendo, apesar da grave deficiência que deveria sofrer em seguida.
Este pequeno exemplo despertou a minha curiosidade, porque na página do evangelho deste domingo encontramos o jovem, morto, filho único da viúva que Jesus cruzou no caminho para Naim. Jesus, tocado e comovido pelas lágrimas da mãe, devolveu a ela o filho com vida. Um sinal extraordinário que suscitou o espanto e a maravilha de todos. No entanto o detalhe que chamou a minha atenção foi que o jovem, ao acordar do sono da morte, logo começou a falar. Nunca saberemos o que ele falou. As palavras dele não ficaram registradas, mas, sim, a dos presentes: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”.
Se as últimas palavras do paciente foram de fé e de agradecimento, o que pensar das “primeiras” palavras de um filho, morto, devolvido vivo à mãe? Terá também ele agradecido a Deus? Terá, talvez, como acontece nos filmes de hoje, perguntado onde estava e o que tinha acontecido tão grande devia ser a sua surpresa? Vamos deixar para lá as especulações. Os evangelhos, muitas vezes não contam tantos detalhes porque, bem sabemos, mais do que relatar fatos, querem nos ajudar a compreender a pessoa de Jesus até chegar a acreditar e a confiar nele.
Nossa curiosidade poderá ficar satisfeita, em parte, se tivermos a paciência de ler mais um pouco o mesmo capítulo do evangelho de Lucas. João Batista manda perguntar a Jesus se é ele “aquele que devia vir” ou se deviam esperar outro. Jesus responde aos enviados que relatem a João o que estão vendo e ouvindo: cegos recuperam a vista, paralíticos andam, leprosos são purificados, surdos ouvem, mortos ressuscitam e aos pobres é anunciada a Boa-Nova! (cfr. Lc 7,18-23). Os sinais que Jesus faz chamam atenção. São os sinais de uma vida nova, de uma longa espera que começa a se realizar. Contudo esses e outros sinais devem conduzir ao anúncio da Boa-Notícia “aos pobres”. Os sinais falam só em parte, porque podem ser interpretados e usados de maneiras diferentes. Eles precisam da palavra para serem compreendidos como anúncio da chegada de algo de novo. “Deus veio visitar o seu povo” disseram, justamente, as pessoas que tinham visto Jesus devolver o filho morto à mãe aflita.
Deus não está longe do seu povo, ao contrário, está presente e caminha com todos, com aqueles que o querem seguir, e também com os outros. O Deus que Jesus veio revelar é o Pai de todos, dos pobres em maneira especial. Partilha alegrias e tristezas, chora com a mãe que perdeu o filho e exulta com os pequenos que aprendem a louvar a Deus. Talvez sejamos nós que ainda não entendemos isso. Continuamos a chorar, distraídos, indiferentes, reclamando daquilo que, achamos, Deus fez de errado. O que nós, muitas vezes, chamamos de “silêncio” de Deus é, na realidade, a sua paciência para que nós mesmos o reconheçamos intimamente presente na caminhada da nossa vida. Ele é mais fiel do que qualquer outro amigo ou companheiro, solidário conosco até na morte, para que estejamos com ele na vida que não terá fim.
Afinal podemos dizer: o verdadeiro morto que revivendo começa a falar, não é o filho único da viúva de Naim, mas o próprio Jesus ressuscitado que continua a nos convidar à compaixão, ao louvor, ao amor-serviço aos pobres. É ele – vivo - que, ao mesmo tempo, é a Boa- Notícia e o comunicador desta alegre esperança de vida. Deus continua visitando o seu povo. Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
Confira entrevista do Bispo de Macapá, Pedro Conti ao jornalista Cleber Barbosa
domingo, 6 de junho de 2010
ATO DE CONSAGRAÇÃO Á JESUS MISERICORDIOSO
ATO DE CONSAGRAÇÃO Á JESUS MISERICORDIOSO
Ó JESUS MISERICORDIOSO Á VOSSA BONDADE É INFINITA E OS TESOUROS DE VOSSA GRAÇA SÃO INAUXERÍVEIS. ABAMDONO-ME Á VOSSA MISERICORDIA QUE ULTRAPSSA TODAS AS VOSSAS OBRAS .
CONSAGRO-ME INTEIRAMENTE Á VOZ PARA VIVER SOB OS RAIOS DA VOSSA GRAÇA E DO VOSSO AMOR , QUE SAIRAM DO VOSSO CORAÇÃO SOBRE A CRUZ . QUERO DIFUNDIR Á VOSSA MISERICÓRDIA , POR MEIO DAS OBRAS DE MISERICÓRDIA CORPORAIS E ESPIRITUAIS, ESPECIALMENTE PARA COM OS PECADORES , CONSOLAR E ASSISTIR AOS POBRES, AOS AFLITOS, AOS DOENTES .
VÓS, PORÉM, ME PROTEGEREIS COMO VOSSA PROPRIEDADE E VOSSA GLÓRIA, PORQUE TEMO TUDO DA MINHA FRAQUEZA E ESPERO TUDO DA VOSSA MISERICORDIA. OH! QUE TODA A HUMANIDADE COMPREENDESSE O INCONCEBÍVEL ABISMO DA VOSSA MISERICÓRDIA, PARA PODER FUNDAR TÔDA A SUA ESPERANÇA NELA E EXALTÁ-LA POR TÔDA A ETERNIDADE. AMÉM
(Esta consagração foi traduzida do italiano por Reverendo padre João Batista no ano de 1952 .E divulgada em 11/10 1957 no pequeno livro) “MISERICÓRDIA DIVINA , CONFIAMOS EM VÓS”
Imaculado Coração de Maria
O Imaculado Coração de Maria é uma devoção católica que ganhou grande destaque com as aparições de Fátima. Consiste na veneração do coração de Maria, mãe de Jesus.
De acordo com o legado dos pastorinhos de Fátima, foi Nossa Senhora quem, depois de mostrar a visão do Inferno a Lúcia, Jacinta e Francisco, lhes revelou o “Segredo”. Contava a Irmã Lúcia que: “…para salvar as almas, Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Imaculado Coração” (in Memórias da Irmã Lúcia). O objetivo único desta devoção ao Imaculado Coração de Maria, é a salvação das almas e a conquista da paz.

