quinta-feira, 15 de julho de 2010

Comentários

Nildo Leite disse...
Em primeiro peço sua benção D Pedro Conti.
Registro minha satisfação ao ler todas as respostas da entrevista, pois, somente um homem iluminado como o senhor é capaz de encontrar respostas que transmitam PAZ diante de temas perturbadores.
A violência moral, social e econômica, transformam homens de bens em verdadeiras parasitas que corroí o verdadeiro valor da PAZ.
Eu, digo que esse modelo de fazer política, onde tudo vale, menos perder. Estar ERRADO.
Essa mentalidade vem destruindo relações familiares, criando verdadeiras inimizades egoísticas entre pai, mãe, filhos, avós, tios, primos e etc...
Lembro, quando criança freqüentava o Jardim de Infância, e minha professora mandava desenhar qualquer coisa. Desenhava uma casa, um carro, depois, minha professora mandava que eu desse vida aquele desenho, para isso espalhava na mesa lápis de cor, VERMELHO, AZUL, AMARELO, VERDE, e outras.
Eu pintava todo colorido meu desenho, misturava todas as cores, e hoje, o que fizeram das cores, os partidos políticos emprestaram as cores VERMELHA, que não se uni ao AMARELO, o AZUL que não gosta do VERDE, o AMARELO que não suporta o AZUL, e por ai vai.
É isso que estamos fazendo de nossa sociedade familiar, e precisamos urgentemente mudar esse modelo de vida.
Irmãos precisamos acreditar mais em Deus.

16 de junho de 2010 19:03


Nildo Leite disse...
Estava orando, dentro de minha intimidade com Deus, apenas meu coração falava, pedia, adorava, o meu criador.
Sentia que as mãos do Senhor Misericordioso tocava minha cabeça, sena igual quando meu pai fazia comigo.
Meu coração ardeu de alegria, de paz, de amor.
Procurei na palavra sagrada o sentido dessa alegria.
Jesus falou em Mc 10,16 “Abraçava as crianças e, impondo as mãos sobre elas, as abençoava”.
Irmãos, como é bom ser criança para Deus, Ele não abandona seus pequeninos. Confesso que estou maravilhado com essa experiência.
Portanto peço sempre ao meu Deus que guie minha vida, me leve sempre ao seu jardim de sabedoria e amor.
Deus abençoe a todos.

9 de julho de 2010 05:28


Nildo Leite disse...
Irmãos, muito cuidado com a política, que não valoriza a família, que não guarda os valores éticos e morais, que não preserva vida cristã.
Do contrario o que estamos construindo para nossos filhos, quando o importante é TER e não o SER?
Que exemplo vida é esse – “onde o certo é, Eu ser o primeiro, o resto não interessa”.
Como fica difícil avançar com esses valores invertidos, a conta final desse fracasso sempre cai no colo de Deus, é o que se houve no dia a dia, “se Deus quiser Ele resolve”.
Um coração gélido é como uma porta sem fechadura, não cabe ninguém, já esta preenchido Eu, Eu,Eu,somente EU!
Deus não tem culpa de nossa vida ser desastrosa, gananciosa, interesseira, mesquinha, ...!
O que me conforta, meus irmãos é saber que Jesus nos ama mesmo assim. Deus nos ama independente de nosso amor por Ele.
Nessa campanha política, que pedir ao PAI que nos mostre candidato que sejam homens cristãos, comprometido com o projeto de Deus.
Jesus fala através da palavra, “Porque eu sou o Senhor, o teu Deus, eu te pego pela mão e digo: Não temas, que te ajudarei”. (Is 41,13)
Acredite meus irmãos, Deus lhe ama.

sábado, 10 de julho de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

Atenção! leia esse artigo até o fim

Visita aos túmulos dos Apóstolos

Dom Pedro José Conti

Bispo de Macapá

Aproveito a festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo para explicar e partilhar um pouco do que acontece durante a visita “Ad Limina Apostolorum” que os bispos devem fazer ao Papa, aproximadamente a cada cinco anos. Ao saber que o bispo viajou para Roma, muitos pensam ser um passeio turístico, porque, sem dúvida, a chamada “cidade eterna” é sempre surpreendente e encantadora. Outros desconfiam ser a visita uma questão de controle por parte da autoridade central. A visita “ad limina” é muito mais do que um simples passeio, uma visita de cortesia, ou uma sumária fiscalização. As f inalidades da visita explicam e motivam o seu nome e o seu sentido.

Os momentos fundamentais da visita “ad limina” são três: a peregrinação em homenagem ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo; o encontro com o Santo Padre; e os contatos com os Dicastérios da Cúria Romana. A primeira motivação dá origem ao nome da visita. “Limina” vem do latim e é o plural de limen,liminis. O limen é o “limiar”, o limite; e referido-se a uma casa, ou a um lugar, indica a porta de entrada. Falando de visita ad limina, a Igreja se refere aos sepulcros dos apóstolos Pedro e Paulo, conservados, segundo a tradição, em Roma. Para simplificar, podemos entender que essa visita é uma per egrinação aos túmulos dos Apóstolos e também à casa de quem continua a missão deles: o Papa. O sentido, portanto, é o da continuidade e da comunhão. Os bispos, também continuadores da missão dos apóstolos, visitam o lugar onde São Pedro e São Paulo derramaram o seu sangue e se encontram com aquele que “preside a Igreja na caridade”. Nesse sentido, não podem faltar, durante a visita, as celebrações eucarísticas nas basílicas romanas de São Pedro e São Paulo “fora dos muros”; o encontro pessoal - e em grupo - com o Santo Padre; e a visita a alguns organismos que auxiliam o Papa no governo da Igreja católica.

Os bispos do Brasil, por serem numerosos, cerca de trezentos, são recebidos por grupos, e em tempos diferentes, de acordo com os outros compromissos do Santo Padre. A data marcada para o Regional Norte 2 (Pará e Amapá) foi de 12 a 16 de abril passado. Ao longo da semana, fomos recebidos em grupos menores pelo Santo Padre Bento XVI e, na quinta-feira, todos juntos. Estes momentos, sem dúvida, são os mais emocionantes da visita, quando é possível conversar diretamente com o Papa. Quero lembrar que, naqueles dias, estava viva a polêmica sobre a pedofilia na Igreja, e as tentativas de envolver o próprio Papa nos escândalos. Como mu itos outros, manifestamos a nossa solidariedade e apoio ao Santo Padre que, em resposta, agradeceu e sempre se mostrou sereno, atento e muito afável. Além de entender o português e falar a todos em italiano, o Papa conversou em alemão com dois bispos do nosso regional, oriundos da Alemanha e da Áustria. Foi um encontro enriquecedor, durante o qual pudemos expor ao Santo Padre um pouco dos nossos trabalhos, dos nossos desafios e, também, as preocupações com o futuro da Amazônia e dos povos que aqui moram.

Os encontros nos vários Dicastérios e Conselhos da Cúria Romana nos ocuparam manhãs e tardes. Foi uma semana intensa. Expusemos as nossas observações, angústias, mas também ouvimos outras experiências, orientações e explicações. A conclusão é sempre a sensação forte de sermos uma Igreja que caminha buscando acompanhar os tempos, atualizando meios e linguagens, sem trair a fidelidade ao patrimônio da fé que lhe foi confiado pelo próprio Senhor Jesus Cristo.

A missão de Pedro e dos seus sucessores sempre será a de confirmar os irmãos na fé, e ser sinal e fermento de unidade e de comunhão. Ao apóstolo Paulo devemos o exemplo de anseio missionário e de diálogo com as diversas realidades, que aparecem ao longo da história humana. A visita ad limina serve, portanto, para expressar visivelmente a unidade dos bispos, pastores das Igrejas locais, espalhadas pelo mundo inteiro, com o Santo Padre, assim como renovar a coragem do testemunho e da missão. O Colégio dos Apóstolos continua.

A última celebração eucarística do nosso grupo foi na Basílica de Santa Maria Maior. À Maria pedimos que continue sendo “mãe da Igreja” e nos acompanhe no caminho da evangelização.